Capítulo Onze

Novas Evidências: Código de Hammurabi, a Estela do Sonho

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Capítulo Onze - Novas Evidências: Código de Hammurabi, a Estela do Sonho

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Museu do Louvre
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Sim, os anos passaram e, dessa forma, foi possível revisarmos com mais clareza alguns de nossos principais resultados...

A partir dessas revisões, estabelecemos novas metas com um objetivo bem definido: a busca por evidências consistentes. Contudo, não estávamos interessados em qualquer indício superficial, buscávamos comprovações sólidas, com acesso direto e pessoal, assim como ocorreu com nossa primeira evidência, atualmente exposta no Museu MET de Nova York (Passo 49).

Sabíamos que nossa missão não seria fácil, principalmente por envolver temas complexos e períodos históricos tão distantes. Ainda assim, exploramos praticamente tudo o que estava ao nosso alcance. E foi em uma dessas análises que nos deparamos com o extraordinário e emblemático Museu do Louvre, localizado em Paris.

Reconhecido mundialmente, o Louvre abriga um acervo vasto e coleções impressionantes em plena exposição. Tivemos a honra de visitá-lo poucos dias após nosso retorno da Alemanha, em nossa jornada de volta do Egito, de nossa viagem de 2004.

Desta forma, entre suas peças mais emblemáticas, no decorrer do ano de 2015, identificamos uma evidência marcante, extremamente semelhante àquela que apresentamos anteriormente, que foi a "Estela da Fome de Djoser" (Passo 63), a qual nos permitiu desvendar o segredo da Grande Esfinge de Gizé. Entretanto, desta vez, não se trata de um faraó egípcio, mas sim de outro personagem histórico de grande relevância: o poderoso rei Hammurabi (1792 – 1750 a.C.), do Império Babilônico. Ele próprio descreve, em detalhes, o contexto desta nova evidência, que está gravada em um peça extraordinária. Portanto, vamos explorar tudo isso com mais profundidade em nossos próximos passos!

Foto crédito: Our records - Louvre Museum - Paris - France - 2004.

Referências: Louvre Museum (Paris). / Hammurabi (Renger, Johannes M., Britannica, The Editors of Encyclopaedia. "Hammurabi". Encyclopedia Britannica, 16 Jun. 2023, https://www.britannica.com/biography/Hammurabi. Accessed 12 July 2023.) / Hammurabi (Mark, Joshua J.. "Hammurabi." World History Encyclopedia. World History Encyclopedia, 16 Apr 2018. Web. 12 Jul 2023.).

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O Código de Hammurabi
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Aqui está, no máximo que detalhes fotográficos nos permitem, esta valiosa peça, conhecida como o Código de Hammurabi. Composta por uma estela de basalto negro, que contém cerca de 282 leis inscritas, onde atribui-se ao rei babilônico Hammurabi (Primeira Dinastia - Mesopotâmia) a sua confecção. Esta peça foi descoberta em 1901 no sítio arqueológico de Susa, no Irã.

Sim, este é um dos primeiros* conjuntos de "textos de leis" já encontrados na história da humanidade. Onde, no topo da estela, vemos o Rei Hammurabi diante do "deus Shamash", o babilônico "Deus do Sol". Este deus também possuía os títulos de: "Juiz dos Céus e da Terra" e "Senhor do Julgamento".

O Código de Hammurabi, em si, é um conjunto de 282 textos legais que regiam e orientavam a maioria das “Leis da Babilônia”, a primeira grande metrópole conhecida no mundo antigo. Acessando todo o conteúdo desta peça, poderemos observar que estas leis foram ditadas diretamente ao rei Hammurabi pelo “deus Shamash”, e, assim, essa estela foi completamente concebida.

Diante dessas leis, surge um famoso ditado popular:

Linha 196: Se um homem arrancar o olho de outro homem, seu olho será arrancado. (Olho por olho).
Linha 200: Se um homem arrancar os dentes de seu igual, seus dentes serão arrancados. (Dente por dente).

* Coleções de leis anteriores incluem o Codex de Ur-Nammu (2100 - 2050 a.C.); o Codex de Eshnunna (1930 a.C.); e o Codex de Lipit-Ishtar (1870 - 1860 a.C.), todos mencionados nas referências apresentadas abaixo.

Agora, vamos diretamente ao próximo passo, onde esclareceremos o motivo pelo qual esta peça está entre nossas evidências mais importantes.

Crédito foto esquerda: Hammurabi, CC BY 3.0, via Wikimedia Commons. / Crédito foto central: Hammurabi, CC BY 3.0, via Wikimedia Commons. / Crédito foto direita: Hammurabi, CC BY-SA 3.0, via Wikimedia Commons.

Referências: Code of Hammurabi (Britannica, The Editors of Encyclopaedia. "Hammurabi". Encyclopedia Britannica, 07 Jul. 2023, https://www.britannica.com/topic/Code-of-Hammurabi. Accessed 12 July 2023.) / Code of Hammurabi (Mark, Joshua J.. "Code of Hammurabi." World History Encyclopedia. World History Encyclopedia, 24 Jun 2021. Web. 12 Jul 2023.).

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Capítulo 11 - Nota 1 de 2

Só mais um minuto!


Falando mais sobre esta Nova Evidência!
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Bem, antes de falarmos sobre o que há nesta peça que a eleva à nossa lista de evidências, precisamos relembrar brevemente o conteúdo da "Analogia" presente em nosso Passo 51, assim como, relatar uma importante observação...

Como afirmamos anteriormente, nossa resposta ao "algoritmo" encontrado no Egito pode ser aplicada a várias culturas, desde que estas tenham convivido com os mesmos "cenários" vividos pelos egípcios ao longo de suas diferentes dinastias... e isso ficou muito claro! A prova é que, ao analisarmos outras culturas, encontramos diversas evidências, apresentadas em nosso Passo 57, que ampliaram nossa lista para além dos egípcios, incluindo: Persas, Acadianos, Sírios, Hititas, Elamitas, entre outros. Agora, com esta nova evidência, podemos seguramente incluir também os Sumérios. Povos estes, com exceção dos egípcios, que coincidentemente viveram na região conhecida como Mesopotâmia.

Dito isso, outro ponto que nos chamou bastante atenção foi o fato de que somente as maiores e mais influentes culturas da antiguidade conviveram com esses "cenários" que analisamos. E, por esse motivo, entre outros que ainda não revelaremos, essas culturas permaneceram no "topo" da cadeia de poder, acima de tantas outras espalhadas pelo mundo. Portanto, dentro desse seleto grupo, já podemos adiantar: certamente os Gregos e, principalmente, os Romanos também fazem parte dele.

Agora, após essas breves explanações, vamos refletir... será que apenas estes dois parágrafos acima já respondem à nossa questão central aqui proposta? A saber: por que coletamos esta nova peça como uma evidência? Ou, de forma mais direta... onde estão nesta peça os nossos códigos, as pistas semelhantes ou conectadas a tudo o que já descobrimos?

Sim, reconhecemos que responder a essas perguntas sem o apoio do nosso "Livro de Pesquisa", e sem a possibilidade de ver essa peça presencialmente, torna tudo muito mais difícil. No entanto, acompanhem conosco a análise que faremos a seguir, e tudo começará a fazer total sentido!

Você notou que, embora tenhamos apenas dois (2) elementos neste cenário, um deus e um rei, além, é claro, de uma imensa quantidade de textos, agora também temos outro elemento intrínseco, tão valioso quanto nossos códigos? Observe com atenção o que esta peça representa, releia os dois parágrafos mencionados... e reflita!

E então, encontrou alguma resposta?

Sim, é a própria informação em si.

Essas 282 leis não surgiram do nada. Elas estabelecem regras de poder, e o poder, nesse contexto, não é apenas mais uma pista... é uma das mais relevantes.

Pois, quem detém o poder, governa a tudo e a todos! E esse poder pode ser representado de maneiras grandiosas, como estas "leis", ou, trazendo para os dias atuais, por meios mais sutis, como por exemplo: “Eu tenho e detenho a tecnologia", logo, possuo total vantagem sobre você. E quem não a possui, que é a maioria, simplesmente paga para tê-la.

Agora, podemos nos perguntar... isso é errado? E a resposta é simples: claro que não! O mundo sempre foi mundo, e continuará sendo como é, porque é assim que ele melhor funciona!

Perceberam agora, e de forma ainda mais clara, por que não podemos expor nossas descobertas abertamente aqui nesta publicação na Internet? Como dissemos, o que descobrimos se aplica tanto ao nosso passado mais remoto quanto ao nosso presente, ao nosso dia a dia. Portanto, nossas duas (2) revelações finais, que serão apresentadas exclusivamente em nosso "Livro de Pesquisa", são, de fato, muito maiores do que simplesmente termos descoberto o nosso “muito provável” passado.

Sim, entendemos: todos querem as coordenadas da “Região do Éden”, do “Jardim”, querem saber o destino da Arca, o segredo da Esfinge, de Enoque e de Göbekli Tepe. Mas pensem... saber sobre isso agora será apenas um detalhe perto do que realmente está entre nós. O mais importante é que já descobrimos tudo isso, e está praticamente em nossas mãos. No entanto, essas duas revelações finais, ainda não divulgadas, precisam de tempo e compreensão para serem plenamente assimiladas, algo que só poderá ser alcançado ao se ler, por completo, as páginas do nosso "Livro de Pesquisa". Lembrando que nossos sete (7) "conteúdos bloqueados" revelam, literalmente, para aqueles que forem mais atentos, essas seis (6) primeiras respostas, e mais, a resposta para o "algoritmo" também!

Exato, foi por isso que trouxemos este trabalho em formato semiaberto para a Internet: para que todos possam conhecer e ajudar a divulgar este conteúdo. Pois, somente com essa compreensão prévia, é que desenvolveremos a expertise necessária para alcançarmos este objetivo maior. Portanto, divulguem este trabalho, debatam sobre o que apresentamos aqui e, se por acaso conseguirem descobrir parcialmente o que estamos tentando transmitir, parabéns, vocês estarão no caminho certo!

Ok, vamos retornar à análise do Código de Hammurabi...

Notaram que todo o conteúdo dessas 282 leis foi transmitido diretamente de um “deus para um rei”?

Tão bem elaboradas e inteligentes, e estamos falando de 1.700 anos antes de Cristo, que muitas delas ainda hoje servem como base para leis em vigor. E, o mais relevante: essas leis não são creditadas apenas ao Rei Hammurabi. Segundo ele próprio, essas normas foram ditadas por um "deus" que, em teoria, intervém diretamente em toda uma estrutura social. Um deus que aparece “do nada” e declara: "sigam isso", e todos seguem, de forma coerente e adequada!

E então... vocês conseguiram perceber a dimensão e profundidade desse contexto sobre transmitir um certo poder? Perceberam que os egípcios também viviam sob estruturas muito semelhantes?

Pois bem, caso ainda não tenham percebido, não se preocupem, isso é totalmente compreensível, pois entender certos aspectos não é tão simples assim. Todavia, a seguir, apresentaremos uma nova evidência que irá esclarecer muito melhor tudo isso.

Portanto... vamos em frente. E guardem bem nossas palavras, pois elas são importantes. No fim das contas, tudo depende mais de vocês, leitores, quererem saber a verdade, do que de nós, pois tudo já foi feito e está em nossas mãos, pronto para que especialistas mais experientes e capacitados possam analisar, validar ou mesmo refutar nossas descobertas. Agora, vamos em frente...

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Agora, de volta ao Egito, para os tempos do Rei Thutmose IV...


A Famosa Estela dos Sonhos
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Sim, esta é uma réplica da Estela dos Sonhos do Rei Thutmose IV (1400 - 1390 a.C.).

E para você que talvez ainda não conheça ou nunca tenha ouvido falar dela, ela está posicionada entre as pernas dianteiras da Grande Esfinge de Gizé (como pode ser vista na imagem a seguir).

Esta estela contém o registro de um fascinante episódio envolvendo o então príncipe Amenhotep II, o futuro Rei Thutmose IV. Portanto, acompanhe conosco esta breve, mas reveladora história:

O texto gravado nesta estela narra a história de um jovem príncipe, Amenhotep II, que adormeceu à sombra desta mesma esfinge. Esse acontecimento se deu após uma longa expedição de caça no deserto. Naquela época, a esfinge estava quase completamente "enterrada", sendo visível apenas uma parte. Durante o sono, o príncipe teve um sonho profundo, no qual a esfinge, representada pelo deus Hórus, lhe apareceu e o instruiu a desenterrá-la das areias. Em troca, ela prometeu-lhe o trono do Egito, mesmo ele não sendo o sucessor direto do rei. Sem hesitar, Amenhotep II seguiu o comando e, como resultado, ascendeu ao trono, sendo coroado como Rei Thutmose IV.

Agora, vamos seguir para nossas conclusões.

Foto crédito: User:Captmondo, CC BY-SA 3.0, via Wikimedia Commons.

Referência: Thutmose IV (Britannica, The Editors of Encyclopaedia. "Thutmose IV". Encyclopedia Britannica, 25 Mar. 2009, https://www.britannica.com/biography/Pharaoh-Thutmose-IV. Accessed 12 July 2023.).

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A Esfinge e a Estela dos Sonhos
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OK, a história pode até parecer, de certa forma, incrível, enigmática e até fantasiosa para alguns. Mas... não é só isso! O texto revela exatamente o que precisamos identificar para que possamos novamente reconhecer a mesma situação apresentada em nossa evidência anterior. Observe:

Um deus, no caso o "deus Hórus" (o deus falcão), conversando com um "príncipe" (pois Thutmose IV ainda era príncipe naquela época), que se tornaria rei, caso o pedido feito pela esfinge, representada por esse deus Hórus, fosse atendido.

Portanto, fica evidente mais uma vez que temos alguém dialogando (mesmo que em um sonho) com um deus. E esse deus, mais uma vez, interfere diretamente na vida e no destino daqueles com quem ele se propõe a interagir. E vale ressaltar: não estamos dizendo se isso seria bom ou ruim, estamos apenas enfatizando esse ato direto de realizar algo com a ajuda de uma divindade.

E mais... isso também aconteceu com o evento registrado na "Estela da Fome de Djoser" (Passo 63). Embora não tenhamos abordado, o deus Khnum, o deus da nascente do rio Nilo, também dialoga com "Amhotep", indicando-lhe o que fazer para finalmente pôr fim aos sete (7) anos de seca e fome que assolavam as terras egípcias.

Muito bem, agora que contextualizamos tudo isso, vamos a uma pergunta crucial...

Você não acha que essas três (3) situações...

Onde todas estão retratadas em estelas, ou seja, "gravadas em pedra, gravadas para sempre", ocorrendo em diferentes períodos de tempo, em locais distantes, incluindo duas no Egito e outra na Antiga Suméria, mesmo sendo tão distintas entre si, não apresentam "coincidências demais" para que não exista uma conexão direta e profunda entre elas?

Portanto, pare e reflita sobre isso!

Enquanto isso, seguimos para os próximos seis (6) passos abaixo, que serão os nossos últimos. Assim, quem sabe, eles possam agregar algo importante à sua busca por esta específica resposta!

Mas antes, um fato curioso... repararam como as areias do tempo ainda insistiam em cobrir a esfinge? Esta imagem é de 1893 (3.000 anos após Thutmose IV) e, se notarem, novamente ela estava quase completamente coberta... interessante, não? Fica a dica! Agora, seguimos...

Foto crédito: Miscellaneous Items in High Demand, PPOC, Library of Congress, Public domain, via Wikimedia Commons.

Referência: The Great Sphinx of Giza (Mark, Joshua J.. "The Great Sphinx of Giza." World History Encyclopedia. World History Encyclopedia, 26 Oct 2016. Web. 12 Jul 2023.).

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Capítulo 11 - Nota 2 de 2

Só mais um minuto!


Após uma longa jornada...
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Sim, infelizmente chegou a hora de encerrarmos... pelo menos por enquanto!

Foi uma jornada onde tentamos trazer a você o máximo de revelações possíveis. Onde, mesmo sem o nosso Livro de Pesquisa, definitivamente você pôde acessar as melhores possibilidades de informações, além de evidências sólidas, formando uma estrutura lógica excelente, e dentro da nossa proposta principal: apresentar tudo o que certamente estará por vir!

Desta forma, para concluir, traremos a seguir nossas duas (2) últimas evidências, que sem dúvida são as mais significativas entre todas. Pois elas representam na verdade, este já vinte e um (21) anos de trabalho, além de uma representação concreta e definitiva sobre tudo o que tentamos apresentar até agora. E ainda, sobre o que falta ser revelado, se você souber observá-las com atenção! Portanto... leia com calma, observe, pense "fora da caixa" e descubra nas duas (2) últimas evidências o simples, porque como dissemos... o simples é o que fazemos de melhor!

Lembrando que nossos sete (7) "conteúdos bloqueados" serão a sua chave. Então, observe bem estas quatro (4) últimas evidências, duas (2) anteriores e duas (2) que virão à seguir, leia e escute quantas vezes forem necessárias nossos conjuntos de versos, e entenda aquilo que sempre esteve diante de nós, antes mesmo, de simplesmente querermos saber sobre o nosso passado, que agora já não será mais um ponto de interrogação.

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Agradecemos ao Museu de Luxor, ao rei Amenhotep III, ao deus Sobek, e, finalmente, ao Observatório Griffith, que simboliza nossa mais ampla evolução!


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