Capítulo Dois

Chegando em Aswan, Nosso Primeiro Código

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Capítulo Dois - Chegando em Aswan, Nosso Primeiro Código

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De Trem
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E... para irmos longe gastando pouco, o trem foi, sem dúvida, a nossa melhor escolha.

Onde... imaginávamos que teríamos uma noite tranquila de sono, dormindo oito (8) horas entre as cidades do Cairo e Aswan, porém... a realidade foi bem diferente! Ninguém pregou os olhos, pois todas as nossas malas foram separadas de nós, e a preocupação* tomou conta, superando qualquer tentativa de descanso!

* O resultado? Um grande erro de principiante! No fim, nada aconteceu com nossas malas, tudo chegou perfeitamente seguro em nossas mãos. Restou-nos apenas lamentar o nervosismo desnecessário e o nosso despreparo típico de turistas, encarando um novo dia que prometia ser longo... e praticamente sem descanso.

Foto crédito: Our records - Egyptian Train - Egypt - 2004.

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Chegando em Aswan
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Uma vez em Aswan... era hora de nos preparar para uma verdadeira e intensa aventura turística, explorando o máximo de lugares possíveis*, sem guias, sem reservas de hotéis, sem translados ou entradas programadas. Puro espírito de descoberta!

E para isso... começaríamos com a grandiosidade dos Templos de Abu Simbel, e em seguida, embarcaríamos em um cruzeiro pelo mítico rio Nilo a bordo de um médio navio, rumo a Luxor. Dias inesquecíveis nos aguardavam, navegando por suas águas históricas, fazendo paradas estratégicas em locais icônicos e aproveitando cada detalhe do visual fascinante daquele esplêndido rio.

* Naquela época, infelizmente, o Templo de Dendera estava fechado para visitantes.

Foto crédito: Our records - Aswan City - Aswan - Egypt - 2004.

Referência: Aswan (Britannica, The Editors of Encyclopaedia. "Aswān". Encyclopedia Britannica, 31 May. 2016, https://www.britannica.com/place/Aswan-governorate-Egypt. Accessed 30 June 2023.).

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Fellucas pelo Rio
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Olhem para este visual...

O majestoso Rio Nilo, as elegantes "Fellucas" deslizando sobre as águas, as Tumbas dos Nobres contrastando com o deserto, milhares de anos de história reunidos em apenas "um cenário". E o que dizer? Era tudo simplesmente tão deslumbrante quanto gratificante! Estávamos tão felizes por estar ali que, por si só, isso já faria a viagem valer a pena.

Mas, na vida real…

Não podemos apenas admirar belas paisagens sem fazermos algo realmente produtivo, mesmo em uma simples viagem turística. Pois mesmo quando estamos vivendo momentos únicos, às vezes, precisamos ir além, e dar o próximo passo... mesmo que a vontade seja apenas de contemplar. E foi exatamente por este motivo que os imponentes Templos de Abu Simbel nos aguardavam. O curioso? Ainda não fazíamos idéia do que estava por vir... não naquele momento!

Foto crédito: Our records - Nilo River - Aswan - Egypt - 2004.

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Cruzando o Deserto
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Bem, se nossos caminhos nos levavam a Abu Simbel, então era para lá que deveríamos ir...

Não era exatamente perto de Aswan, mas também não tão distante. O problema? O trajeto era considerado um pouco perigoso na época, pois precisaríamos cruzar o deserto. E, como era de se esperar, aquela região era alvo de grandes problemas de segurança. No entanto, não havia outra opção, nenhum plano "B". A única escolha era seguir em frente e encarar aquela tensa jornada.

Mas, no final, tudo correu bem... pois o exército egípcio esteve conosco o tempo todo, tanto na ida quanto na volta! Olhem só, ali na frente, um caminhão militar nos escoltando, e outro logo atrás!

Assim, só temos que agradecer, muito obrigado!!!

Foto crédito: Our records - Aswan Desert - Aswan - Egypt - 2004.

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Chegando em Abu Simbel
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Finalmente, chegamos à famosa Abu Simbel, o magnífico legado do grandioso Ramsés II e de sua esposa Nefertari. Diante de nós, seus imponentes templos: à esquerda, o de Ramsés II; à direita, o de Nefertari.

Portanto... vamos em frente! Ainda há muito para explorar, por dentro e por fora desses monumentos incríveis. Mas, precisamos ser ágeis, o tempo é curto, e devemos retornar enquanto ainda houver luz do dia!

Agora, este é um ótimo momento para relembrarmos algo importante... Desde o início da nossa jornada, viajamos completamente sem pacotes turísticos ou guias. E com isso, conquistamos mais "liberdade de escolha" e "tempo para aproveitar" cada visita dentro de nosso próprio ritmo. Onde, apenas contratamos guias locais quando realmente necessário.

Sendo assim... vamos em frente, porque é exatamente agora que tudo começa a mudar!

Foto crédito: Our records - Abu Simbel Complex - Abu Simbel - Egypt - 2004.

Referência: Abu Simbel Complex (Mark, Joshua J.. "Abu Simbel." World History Encyclopedia. World History Encyclopedia, 09 May 2018. Web. 23 Jun 2023.).

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Capítulo 2 - Nota 1 de 3

Só mais um minuto!


Nova parada... mas agora tudo começará a mudar!
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Sim... finalmente daremos início à nossa longa jornada!

Uma jornada na qual iremos descrever cada um de nossos passos, assim como fizemos nesta viagem ao Egito, compartilhando todas as nossas dúvidas, incertezas e, acima de tudo, nossa ainda limitada compreensão sobre o que realmente estava diante de nós naquele momento. Nesta próxima etapa, teremos nossa "primeira pista" sobre o complexo algoritmo mencionado em nossa introdução. No entanto, vale lembrar que, naquele ponto da viagem, ainda não fazíamos idéia do que isso realmente significava. Apenas notamos uma particularidade intrigante... algo que poderia ser novo, oculto por trás daqueles hieróglifos (como veremos mais adiante). E, por via das dúvidas, registramos tudo em algumas fotos!

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Portanto, vamos descobrir o que acontece a seguir... e não se preocupem, ainda teremos mais 65 etapas para contextualizar todas as imagens!


Primeira Foto, a Primeira Pista!
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Ok, vamos começar...

Quando estávamos do lado de fora daqueles templos, observando ao redor e aproveitando aquela oportunidade única, decidimos experimentar traduzir alguns hieróglifos, apenas por diversão. Mas, para nossa surpresa, encontramos muito mais do que imaginávamos!

Agora, para tornar essa experiência mais tangível e realista para todos vocês que aqui estão, vamos analisar esta foto, que captura exatamente o que vimos naquele dia. Portanto, na sequência, fazemos a seguinte pergunta: nos digam, o que vocês veem?

Sim... aqui, podemos nos deparar com três possíveis cenários: o primeiro, se você for um especialista; o segundo, se for alguém totalmente leigo; e por último, o terceiro, se for como éramos nós naquele momento, estudiosos e determinados, mas ainda com grandes desafios no processo de interpretação. Portanto, entendam que: interpretar algo sem ter o completo domínio do contexto pode ser uma verdadeira roleta de emoções, onde o acerto ou erro é aleatório. E é justamente aqui onde tudo se conecta...

Pois, a nossa dificuldade em ler aqueles hieróglifos nos levou a ir além, a buscar soluções improváveis e criativas, olhando ao redor e tentando pensar completamente fora da caixa. Onde, isso era o que fazíamos em nosso trabalho diário: analisávamos, interpretávamos, decodificávamos, trabalhávamos com dados e principalmente números em todas as suas formas. E, embora a arqueologia não fosse a nossa atividade principal, ela sempre representou um papel importante em nossas vidas.

Muito bem, após esse longo raciocínio, é essencial destacar algo crucial: talvez, e só talvez, essa falta de conhecimento específico, essa escassez de experiência em tradução e interpretação, tenha sido o que nos permitiu ver algo que ninguém mais havia visto. E é por isso que perguntamos logo acima: olhem a foto, e nos digam o que vocês veem? Agora ficou claro o motivo da questão? Pois naquele momento, nossa "solução" para a tradução, foi aquilo que realmente víamos, exatamente como vocês agora tentando responder à nossa pergunta. Mas claro, isso depende do seu nível de conhecimento: se você for um leigo, não vai entender absolutamente nada; se for um especialista, vai traduzir com facilidade e precisão; mas se estiver no meio do caminho, provavelmente tentará enxergar como nós, onde a solução mais plausível seria a que estivesse sendo "vista", embora soubéssemos que nossa interpretação estava de certa forma bem distante do que alguém poderia sugerir.

Portanto, descobrir algo "fora do comum", algo "além do óbvio", diante da nossa dificuldade visível, acabou nos levando a encontrar uma "solução" para o nosso desafio, que era a falta de conhecimento técnico naquele momento.

E então... conseguiram entender as interessante e de certa forma peculiares circunstâncias que nos levaram à descoberta do algoritmo que mencionamos? E compreendam... na época nem imaginávamos que aquela primeira pista nos levaria a algo relacionado a um algoritmo. Estávamos apenas começando, na ponta de um imenso iceberg que só veio a se revelar totalmente, 18 anos depois. Mas, por enquanto, não se preocupem em compreender completamente essa pista inicial. Sigam em frente, pois muito mais virá!

Foto crédito: Our records - External Hieroglyphics - Abu Simbel - Egypt - 2004.

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Capítulo 2 - Nota 2 de 3

Só mais um minuto!


É simples, não é complicado!
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Inicialmente, estávamos lá, em busca de vivenciar aquilo que sempre desejamos em nossas vidas, afinal, era a nossa viagem dos sonhos, mas... de repente, tudo mudou! E quando foi isso?

A partir do momento em que encontramos algo específico sobre aqueles hieróglifos, versus, o que especialistas estariam traduzindo, e isto somente ocorreu por nossa falta de conhecimentos específicos. Onde, a grande questão aqui é que... o que poderia estar certo para nós, talvez não fosse o certo para muitos!

Outro fator que reforça essa “nova observação” diz respeito às circunstâncias... pois é completamente diferente ver algo à nossa frente, como aqueles hieróglifos do lado de fora do Templo de Ramsés II (que você pode visualizar na imagem do passo 16 acima), comparado ao que poderíamos ver apenas em livros.

Deixe-nos ser mais claros... perceba que, ao olhar imagens em livros, no caso, hieróglifos, o comportamento natural é procurar imediatamente o seu significado, e normalmente ele está logo abaixo, ou em algum outro lugar próximo. Pois sabemos que essas informações estarão quase sempre ao nosso alcance, portanto, não precisamos nos preocupar com a tradução, mesmo se formos experts no assunto. E isso é muito semelhante a assistir a um filme no cinema ou na TV, onde o idioma não é o nosso. E a pergunta é... o que fazemos primeiro? Claro, procuramos pela legenda, mesmo que possamos entender a língua. E só muito depois, "talvez muito tempo depois", é que tentamos compreender o que está sendo falado, sem as legendas. Entenderam melhor o conceito? Se ainda não, acompanhem abaixo!

Portanto... a partir dessa experiência tão única, ocorrida fora do Templo de Ramsés II, onde, acreditamos que somente aquele local poderia nos proporcionar, começamos a seguir nossos próprios passos, em busca de novas pistas que confirmassem ou refutassem nossa “primeira importante observação”, que nada mais era do que o fruto de nossa própria tradução para aquilo que víamos, e não o que os livros poderiam nos contar. Sim porque já que havíamos visualizado algo tão diferente e único, caberia a nós esta função!

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Compreenderam? Esperamos que sim. De qualquer forma, ainda teremos muito tempo para esclarecer muitas questões... vamos continuar!


Ajudando nosssa Primeira Pista!
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OK, vamos continuar nossa caminhada por esses templos, mas agora com algo um pouco mais complexo e, sem dúvida, mais intrigante.

Olhem bem para esta foto... mas agora sem mistérios, vamos logo explicar o que ela revela!

Este é um ponto crucial no final do Templo de Ramsés II. E quando falamos "no final", queremos dizer bem lá no fim, lá nos fundos do templo. Bem, este local tem uma característica fascinante: ele é iluminado pela luz do sol apenas duas vezes ao ano (observe na foto acima). Agora, considere que essas esculturas estão localizadas exatamente neste ponto estratégico, e o templo é imenso, com grande profundidade, portanto, o que nos leva a afirmar que: sem dúvida, estamos diante de uma grande obra de arquitetura, criada há simplesmente milhares de anos!

Importante: Para aqueles que desejam explorar algo mais profundo sobre os temas que estamos abordando nestes 80 passos, ao final de cada passo, disponibilizaremos, sempre que possível, um link relacionado, facilitando o acesso a informações detalhadas de forma mais ágil e prática.

Agora voltemos à imagem... Da esquerda para a direita, vemos as representações dos Deuses Egípcios, junto ao Faraó Ramsés II: Ptah, Amon-Ra, o rei Ramsés II e Ra-Horakhty.

Bem, e o que isso tudo nos diz em relação à nossa busca por novas pistas?

Diz talvez algo novo e instigante, pois, dentro do nosso novo conceito, de acordo com nossa nova tradução, vemos que essa representação foi realizada de maneira tão única e cheia de engenharia, com tanta grandiosidade, que pode nos revelar algo muito mais profundo sobre Ramsés II do que imaginamos. Talvez o simples fato de ele ser venerado e adorado e, por isso, retratado como um "deus" sentado ao lado de outros três muito poderosos, não seja a única explicação para essa representação. Onde, pode sim haver algo mais por trás disso, algo além do que poderíamos supor. Algo que o fizesse verdadeiramente único e incomparável! Sim, grande e naquela época, ainda inexplicável questão!

E é importante deixar claro que não estamos falando apenas de hierarquia, mas de algo muito maior e mais profundo, algo que talvez justifique a construção de um templo tão imponente, repleto de inteligência e estratégia. Uma maneira sinuosa de qualificar Ramsés II como o faraó mais poderoso de sua época e, quem sabe, entre todas as dinastias egípcias!

Agora entendam que... só conseguimos compreender isso com clareza e convicção, nove (9) anos depois, após extensivo trabalho, e certamente, com a ajuda de tudo o que veremos ainda pela frente.

Foto crédito: Our records - Sanctuary Ramsés II Temple - Abu Simbel - Egypt - 2004.

Referência: Sanctuary of the Temple of Ramesses II (Raddato, Carole. "Abu Simbel, Sanctuary of the Temple of Ramesses II." World History Encyclopedia. World History Encyclopedia, 15 Mar 2022. Web. 30 Jun 2023.).

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Mais ajuda em nossas buscas!
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Agora, voltando ao lado externo...

Deparamo-nos novamente com a entrada do Templo de Ramsés II, o mesmo local onde havíamos passado minutos antes de nossa "importante observação". Entretanto, e definitivamente, agora estávamos olhando para este local com "outros olhos", com uma nova perspectiva.

Portanto, assim como fizemos naquele dia, olhe você mesmo para a imagem deste gigantesco monumento!

Incrível, não? Imponente, majestoso... entretanto, agora podemos perceber, após nossa descoberta, que os aspectos mais importantes não estão escondidos nas formas mais grandiosas, mas sim, nos pequenos e decisivos detalhes!

Desta forma, vamos facilitar o processo para vocês, nos aproximando um pouco mais da entrada neste próximo passo, para assim, apresentar nossa exata visão naquele dia, revelando aquilo que pode passar despercebido à primeira vista.

Foto crédito: Our records - External Ramsés II Temple - Abu Simbel - Egypt - 2004.

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Sim, aqui está!
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Ok, olhe com atenção, e agora para os detalhes, e veja se consegue identificar algo semelhante ao que vimos em nossa foto acima do Passo 16, onde revelamos nossa "primeira pista"! E não deixe de explorar cada ponto com cuidado.

E lembre-se...

Você deve pensar totalmente fora da caixa, portanto... concentre-se nos detalhes, pois foi exatamente por isso que, naquele dia (com uma nova percepção), tiramos essa foto! Sim, sem pressa alguma, volte à imagem do Passo 16 quantas vezes precisar, e você com certeza logo perceberá o que estamos destacando!

Foto crédito: Our records - Front Door Ramsés II Temple - Abu Simbel - Egypt - 2004.

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Capítulo 2 - Nota 3 de 3

Só mais um minuto!


E então... você viu algo similar?
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Se não, tudo bem, talvez seja difícil perceber à primeira vista da mesma forma como tivemos a sorte de visualizar naquele dia, e mais, entender o contexto por trás, mesmo que superficialmente!

E não por menos... mesmo tendo percebido esse detalhe específico, levamos nove (9) longos anos para compreendermos completamente o que aqueles "códigos" realmente significavam. E mais... somente no Vale dos Reis, mais precisamente em frente à Tumba de Tutankhamen, foi quando percebemos que aqueles códigos poderiam ser um incrível e "complexo algoritmo", deixado por reis e rainhas, um a um, e por gerações!

OK, agora vamos seguir com nossos passos, pois muito mais será esclarecido à medida que avançamos!

Desta forma, depois de tirarmos essa foto acima (Passo 20), e admitirmos ter encontrado a nossa "segunda pista", percebemos que poderíamos, mas ainda não confirmamos, ter apenas uma única observação principal sobre os hieróglifos, mas agora com duas pistas diferentes, onde ambas estão se conectando com o "mesmo cenário"... mas, em perspectivas diferentes... interessante, não?

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OK, vamos seguir em frente, pois muitas coisas ainda estão por vir, e ainda não temos nada substancial em mãos!


Hora de voltar!
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OK, a luz do sol estava se esvaindo e um vasto deserto nos aguardava!

Ao chegarmos em Aswan, pegaríamos um barco para um cruzeiro pelo rio Nilo em direção a Luxor (como mencionamos antes), passando alguns dias nesse navio e fazendo paradas em diversos pontos, porém... agora tínhamos uma nova proposta em mente... e algo que precisávamos resolver:

O que esses "códigos" realmente significam e por que estavam ali?!

Foto crédito: Our records - Lake Nasser - Abu Simbel - Egypt - 2004.

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