Capítulo Seis

Finalmente Nossa Primeira Evidência

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Capítulo Seis - Finalmente Nossa Primeira Evidência

6

Nove (9) anos depois...
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Era agosto de 2013, agora em terras brasileiras, uma manhã de sábado, mais um dia, nove (9) anos desde que começamos a tentar decifrar nossos códigos, ou, se preferirem, nosso "complexo algoritmo". E, como resultado... ainda nada!

Era como uma elaborada equação, mas faltando um (1) ou talvez dois (2) elementos, o que resultava em nada que realmente fizesse sentido. Sim, muito tempo havia se passado, diversas tentativas, e nada. Estávamos quase desistindo, deixando o passado onde ele deveria estar: no passado, quando não conseguimos compreendê-lo! E isso, é o que habitualmente fazemos!

No entanto, existe uma velha máxima que diz: Se não formos capazes de compreender o nosso próprio passado, que futuro podemos ter?! E foi assim que, naquela manhã, continuamos com nosso habitual trabalho de pesquisa.

E como o progresso não vinha há anos, apenas para informar... passamos a dedicar apenas nosso tempo livre para isso. Isso significava finais de semana, feriados e o período noturno, quando estávamos, obviamente, fisicamente aptos para esta adicional jornada de trabalho. Entretanto, nesta ocasião, ainda não sabíamos, mas isto estava prestes a mudar!

Bem, como tudo pode ser realmente imprevisível, naquela manhã de sábado, que parecia apenas mais uma, algo especial aconteceu! E, finalmente, conseguimos as nossas respostas!

E como conseguimos isso, se por nove (9) longos anos nenhum caminho parecia plausível ou coerente?

Bem, aqui entra algo que não conseguimos explicar, mas muitos atribuem ao "acaso", ao "destino", às "coincidências", à "sorte", enfim, o nome que vocês quiserem dar. Pois, de repente, quando menos esperávamos, raciocinando e refletindo sobre algo que nunca havíamos pensado... surgiu uma ideia "clara" sobre uma possível solução, e ela talvez estivesse muito longe dali...

Sim, as nossas respostas deveriam ainda estar lá no Egito!

Só podia estar lá! Em qualquer parte, mas lá! E, naquele momento, estávamos não só distantes geograficamente, como também no tempo! E isso exigia pensar novamente "fora da caixa", assim como já havíamos feito diante do Templo de Ramsés II em Abu Simbel, quando fizemos a nossa "primeira importante observação", que nos levara exatamente até aqui, este exato ponto. Sim, porque a tendência é sempre estarmos tão concentrados em possíveis resoluções que, às vezes, esquecemos que o melhor seria, talvez, "sair delas", "parar com elas" e simplesmente "pensar nelas" de forma diferente! E isso, não, definitivamente não diz respeito ao acaso!

Contudo, agora, para resolvermos este problema, tínhamos apenas nossas 1.200 fotos e alguns papéis esquecidos, enfim... o melhor seria revisar nossos registros e tentar encontrar algo por ali mesmo. Caso contrário, teríamos que voltar àquele fabuloso país, ou, talvez, mais nove (9) anos se passariam até que descobríssemos nossas respostas.

Sem muitas alternativas, mas ainda com aquela "clara" sensação de que nossa solução ainda estaria lá, começamos a vasculhar tudo o que ainda restava daqueles pertences. E foi aí que uma foto esquecida nos trouxe uma grande luz!

Agora, vamos parar tudo e dar uma boa olhada nela... sim, esta simples foto, onde parecia que estávamos tirando uma foto do "absolutamente nada", com pedras e um longo caminho que se estendia até o meio de um "lugar algum". No entanto, acreditem, naquele local, bem lá no final, existe uma tumba muito especial!

Muito bem, vamos fazer uma pequena pausa nesta sequência, pois, diante do que foi exposto sobre a foto, precisamos explicar mais um de nossos diversos fatos curiosos... então, vamos lá!

Quando estávamos no Vale dos Reis, debaixo daquele sol escaldante, bem lá no final do vale, tiramos essa maravilhosa foto do "nada". E por que a tiramos? Pelo simples fato de que "algo internamente" nos disse para fazer, já que fomos previamente informados de que seria impossível entrar naquela tumba em 2004 sem uma credencial especial, pois ela ainda estava fechada para visitantes. Sim... esta foi a segunda vez (pelo menos no Egito) que algo internamente nos disse para fazer algo. Onde, a primeira, foi no Templo de Hatshepsut (Passo 34), onde rapidamente tiramos a foto das asas e a adicionamos à nossa lista de pistas (lembram?). No entanto, desta vez, ao contrário da pista vinda do Templo de Hatshepsut, que contribuiu para os nossos seis (6) códigos descobertos no Egito, essa foto foi completamente "esquecida" e não fazíamos idéia de que ela poderia compor algo em nossa pesquisa. Inclusive, até tiramos outra foto, usando o zoom da câmera, que vamos apresentar abaixo. Porém naquele dia, além deste sentimento interno, nada mais nos levaria a tirarmos estas fotos... interessante!

Entretanto, depois de todo este detalhamento acima, ainda fica uma pergunta... mas e agora, esta outra "sensação interna" desta manhã de sábado, que nos levou a encontrar "nossas respostas", também podemos colocar na mesma "conta" acima? Muito bem, vamos lá, pois essa é simples de responder... definitivamente sim! Por que não? Pois, sem essa absoluta certeza, obviamente não teríamos revisitado pela centésima oitava vez nosso acervo de 1.200 fotos, uma a uma, lembrança por lembrança, detalhe por detalhe, e por horas.

Dito isso, chegou o momento de dar uma olhada mais de perto neste caminho para a tumba, portanto, vamos direto ao próximo passo...

Foto crédito: Our records - Tomb's Long Path (King's Valley) - Luxor - Egypt - 2004.

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Ago/2013


Aqui está!
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Pois bem, lá em cima, onde aquelas pessoas ainda trabalham em sua entrada, encontra-se o caminho final para a tumba, cuidadosamente escondida e inacessível para visitantes naquela época.

Agora, vamos tentar pensar da mesma maneira que fizemos naquela manhã, quando, após horas revisitando nosso acervo de 1.200 fotos, a noite já havia caído... precisávamos encontrar uma resposta para o nosso algoritmo, e estávamos firmemente convencidos de que a nossa resposta ainda estava lá. Lembrávamos da sensação de algo "interior" nos guiando a tirar estas duas (2) fotos no Vale dos Reis, e, por simples conclusão, foi justamente essa a chave para separarmos estas imagens. Assim, tomamos a decisão mais sensata possível... buscar na internet, informações sobre o que estaria dentro daquele local, que tinha sido o foco de todos aqueles movimentos inesperados, sem explicação plausível na época, além é claro, da nossa "sensação interna".

Apenas para esclarecimento, aquela tumba é a KV 34, Tumba de Tuthmosis III, o 6º Rei do Egito, que reinou durante a Décima Oitava (18ª) Dinastia (1458 - 1425 a.C.). Sua tumba foi encontrada ainda incompleta. (como já é sabido, consulte o link ao final deste passo)

Pois bem, após algumas horas de pesquisa, encontramos um importante documento*, agora disponível online no acervo do Museu Metropolitan de Nova York. E com esse documento, encontramos nosso sétimo (7°) código, mais uma pista importante para a nossa lista.

Todavia, com essa nova descoberta, um código importante, após nove (9) anos, e mesmo sem estarmos fisicamente no Egito, tivemos tanto uma grande realização quanto o reconhecimento de um novo desafio, ou seja, temos aqui o inevitável... a melhor e a pior parte desta nova conquista...

A melhor parte - Agradecemos a Tuthmosis III, pois sua tumba, mesmo incompleta, não nos trouxe apenas outro código, mas "o código", que nos fez ver as coisas sob uma nova perspectiva. E isso nos permitiu encontrar a solução para o nosso "complexo algoritmo", o que foi realmente gratificante após tantos anos de trabalho e tentativas.

Agora a pior - Porém, não podíamos simplesmente parar por aí. Mesmo com esse progresso significativo, pois, se estamos realmente comprometidos em fazermos uma pesquisa séria, mesmo com poucos recursos e experiência limitada, precisamos de algo mais: provas ou, pelo menos, evidências concretas que possam confirmar nossas descobertas, teorias e soluções.

Sim, quanto a isso, não tínhamos alternativas, e para nós, estava muito claro!

Por outro lado, estávamos agora lidando com milênios de história, e obter as evidências necessárias talvez fosse até mais difícil do que os nove (9) anos que passamos para resolver o algoritmo, o que nos fez quase voltar ao ponto de partida.

Decididamente, nada poderia ser tão simples que não pudesse se tornar complicado em segundos! Solução? Seguir em frente, tanto naquele dia, como agora para o nosso próximo passo!

* The tomb of three foreign wives of Tuthmosis III (Lilyquist, Christine, with contributions by James E. Hoch and A. J. Peden - 2003, Publication - New York : The Metropolitan Museum of Art ; New Haven ; London : Yale University Press, c2003.).

Foto crédito: Our records - Tuthmosis III Path (King's Valley) - Luxor - Egypt - 2004.

Referência: Tuthmosis III ((Mark, Joshua J.. "Thutmose III." World History Encyclopedia. World History Encyclopedia, 20 Jul 2017. Web. 29 Jun 2023.).

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Ago/2013

Capítulo 6 - Nota 1 de 3

Só mais um minuto!


Todavia... após nove (9) longos anos!
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Apesar de nossos novos problemas... era hora de conferirmos o que tínhamos até então!

Agora, tínhamos sete (7) códigos importantes:

Dois (2) vindos de Ramses II (Abu Simbel - 2004).
Dois (2) vindos de Tutankhamen (Tumba do Vale dos Reis - KV 62 - 2004).
Um (1) vindo de Hatshepsut (Templo de Hatshepsut - 2004).
Um (1) vindo de Akhenaten/Tutankhamen (Museu do Cairo - 2004).
E agora, um (1) vindo de Tuthmosis III (Tumba do Vale dos Reis - KV 34 - 2004 / 2013).

Somando a esses, diversos outros locais de nossa viagem em 2004 que repetidamente nos forneciam os mesmos códigos, como: Kom-Ombo, Edfu, Luxor, Karnak, e o Obelisco de Hatshepsut. Entretanto... ainda faltava encontrar uma ou mais evidências concretas!

Sendo assim, após tantos anos, certamente não seria a hora de desistirmos. E, apesar das dificuldades, observem atentamente os próximos acontecimentos... 

Quando encontramos o sétimo (7°) código (passo anterior), dissemos... "Ele nos deu mais do que apenas uma nova pista, ele também nos forneceu uma nova direção, uma perspectiva, um verdadeiro norte para seguir!".

Bem, seguindo essa nova direção, dias depois, voltamos ao passado distante do antigo Egito, supostamente* na época do Rei Menes ou Narmer, como também é conhecido, e ali encontramos nossa tão importante evidência, o elemento que precisávamos para garantir a acuracidade de nossa solução para o algoritmo, exatamente a chave principal para completarmos aquela complicada equação, nove (9) longos anos depois.

* Supostamente porque a data associada à evidência que encontramos não é absolutamente precisa, é apenas aproximada, certamente tendo em conta sua grande antiguidade e as condições em que foi encontrada. No entanto, corresponde perfeitamente com o período do reinado de Narmer.

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Agora, vamos conferir esta evidência!


Nossa Primeira Evidência!
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Sim, aqui está!

E... se você estava esperando por uma evidência espetacular, pedimos desculpas, pois, na verdade, este é o nosso mundo real. Aqui, apresentar uma evidência como esta, tão antiga, tão significativa e tão bem preservada, é motivo de verdadeira celebração. Afinal, uma simples vasilha como esta tem o poder de transformar muitas coisas!

Esse é apenas um dos muitos motivos pelos quais a arqueologia é fascinante: ela tem o poder de revelar grandes mistérios e segredos com apenas um simples movimento.

E é justamente aqui que esta modesta vasilha ritual (3100 - 2900 a.C. - início do período dinástico) entra em cena, com o poder de mudar tudo... provavelmente (como explicamos anteriormente), ela vem dos tempos de Narmer (2925 a.C.), e está completamente conectada ao "símbolo Ankh", já que ela é, na verdade, o próprio formato desse símbolo.

Desta forma, quem quer que tenha criado esta vasilha ritual, não o fez apenas para nos apresentar uma peça de arte ou um item útil para cerimônias. Na realidade, essa pessoa queria nos mostrar o que estava por vir, não apenas anos depois, mas por milhares de anos, com certeza, até os nossos dias!

E a melhor parte chega agora... pois ao acreditarmos verdadeiramente nisso, que o passado, de alguma forma, já nos antecipa o futuro...

Fomos em busca de novas referências de textos antigos, utilizando nossa análise completa do "algoritmo". E como resultado, encontramos os Livros da Torah (Velho Testamento Bíblico). E junto com esses textos, descobrimos "novas chaves ocultas" que nos forneceram tudo o que sabemos hoje sobre nossas revelações bíblicas. Exato, como mencionamos anteriormente: como um verdadeiro "efeito dominó".

Agora, vamos em frente, e descobrir como todo esse processo se desdobrou!

Contudo, aqui e agora, precisamos compartilhar uma confidência. Sabemos que, ao olhar para esta imagem, você, leitor(a), mesmo com as informações que já foram apresentadas, poderá não compreender totalmente a dimensão e importância desta peça. No entanto, saibam todos que no momento certo, quando o entendimento sobre essa peça se tornar claro, afirmamos: as filas para visitá-la serão tão longas, tão intensas, que ela se tornará, sem dúvida, tão ou mais relevante que as mais valiosas peças arqueológicas já descobertas. Isso, claro, se ela ainda estiver exposta depois que todos souberem sua possível origem e, o mais importante, o motivo de sua utilização.

E, para concluir, pedimos mais uma vez desculpas (e será a última) por não podermos revelar abertamente todos os detalhes neste trabalho. Caso contrário, vocês não estariam tendo esta oportunidade, acreditem! No entanto, nada nos impede de compartilhar, passo a passo, palavra por palavra, imagem por imagem, todo o contexto possível. E isso, é o que nos conforta de certa forma... pois muitos, com certeza, com este trabalho, irão alcançar o discernimento necessário para compreender muitas coisas, descobrir realmente vários segredos, e por si mesmos, através da observação, da vontade de acreditar em algo, ou, pela simples natureza de cada um. É nisso que acreditamos! (veja Passo 1 – "Antes de começar sua jornada")

Portanto, atentem-se aos detalhes, anotem tudo o que acharem relevante, releiam quando necessário, "olhem para as imagens e para tudo ao redor", e conectem os pontos. Mas, acima de tudo, acreditem em sua percepção! E sigamos em frente, pois muito ainda será revelado, até que você consiga determinar o que pode ou não ser compreendido. Muitas coisas estarão bem claras!

Foto crédito: Libation Dish Depicting Ka-Arms Presenting an Ankh-Sign. The Metropolitan Museum of Art, New York, Rogers Fund, 1919 |19.2.16| - Public Domain.

Referências: Menes (Britannica, The Editors of Encyclopaedia. "Menes". Encyclopedia Britannica, 17 Dec. 2020, https://www.britannica.com/biography/Menes. Accessed 30 June 2023.) / Narmer (Mark, Joshua J.. "Narmer." World History Encyclopedia. World History Encyclopedia, 01 Feb 2016. Web. 30 Jun 2023.).

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Capítulo 6 - Nota 2 de 3

Só mais um minuto!


OK... como exatamente encontramos esta evidência!
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Depois de encontrarmos as respostas para o "algoritmo", e ao percebermos que tínhamos uma nova direção a seguir (de acordo com o nosso sétimo "7°" código), começamos a olhar para trás, dentro da cultura egípcia, buscando identificar momentos chaves de relevância, não apenas do ponto de vista histórico, mas principalmente para a população, para o povo egípcio. Assim, o reinado de Narmer foi a nossa primeira e acertada escolha.

A partir desse ponto, já imersos no período de Narmer, começamos a buscar tudo o que estivesse disponível, tendo em mente que estávamos falando de cinco mil (5.000) anos atrás. Nossa expectativa era, primeiramente, encontrar "algo", dado o longo período de tempo, e em segundo lugar, algo que fosse não apenas relevante, mas também "consistente" com a nossa solução para o algoritmo. E foi nesse momento que encontramos esta vasilha ritual em um diário* do museu MET. Na verdade, nem mesmo tínhamos o documento completo na época; encontramos uma parte dele fotografada em uma sala de discussões arqueológicas.

Sim, sem dúvida, e considerando as circunstâncias, esta descoberta foi verdadeiramente espetacular e quase inacreditável. Isso porque essa evidência nos trouxe uma impressionante conexão direta, não só com a nossa solução para o algoritmo, mas também com todo o contexto deste trabalho. E foi aí que quase não acreditávamos como algo tão simples e frágil poderia ser tão poderoso, a ponto de decidirmos ir pessoalmente ao museu MET para vê-la de perto, o que contaremos no próximo passo.

No entanto, atentem-se, pois...

Em nosso "Livro de Pesquisa", além desta evidência, apresentaremos outra sobre o mesmo período, talvez tão impactante quanto. No entanto, esta nova evidência será menos subjetiva para quem a observar sem o contexto completo, ao contrário do que ocorre com esta vasilha ritual. Contudo, só poderemos apresentar essa outra evidência ao longo de nosso livro, onde muitos outros esclarecimentos terão que ser feitos antes dessa importante revelação.

Esperamos que vocês compreendam que, além das dificuldades de uma divulgação completa, os próprios tópicos que estamos abordando, e que se referem à própria história, são extremamente complexos e significativos. E, sem dúvida, não poderiam ser resumidos em apenas algumas linhas ou passos. Isso talvez explique o motivo de termos 80 passos neste Timeline! Portanto, vamos seguir em frente...

Antes de avançarmos para o próximo passo, vamos ilustrar um pouco do que queremos dizer sobre esta outra evidência encontrada nos tempos de Narmer, que será tão significativa quanto a que acabamos de apresentar. Imaginem que, em 1970, alguém, talvez um arqueólogo, tivesse encontrado uma "capa de celular", sim, uma simples capa de celular, e muito bem preservada. Agora, pensem: em 1970, ninguém poderia imaginar para que serviria tal objeto, e certamente não saberiam sequer que aquilo seria uma capa de celular. Pois bem, é mais ou menos assim que vamos apresentar em nosso Livro de Pesquisa essa outra evidência dos tempos de Narmer. Quando revelarmos o que ela realmente é e o que representa, todos irão olhar e pensar: "Sim, agora sabendo o que é exatamente um celular, isso fica óbvio, mas ninguém antes percebeu!". E podemos afirmar que o mesmo se aplicará ao vaso ritual. Assim... como o vaso ritual tem uma aparência menos reveladora, decidimos apresentá-lo primeiro, mesmo porque foi ele quem primeiro encontramos. Todavia, se incluíssemos essa segunda evidência, mesmo sem muitas explicações (que serão necessárias para evitar alarde), só pelo contexto que estamos tratando, muitos de vocês, sem dúvida, fariam todas as conexões de imediato. E com certeza, este trabalho sairia do ar de imediato! (veja Passo 1 - "Antes de começar sua jornada").

* Metropolitan Museum Journal, v. 5 (1972) (Vincent, Benjamin - 1972, "A Study of the Works of Gassan Sadakazu in The Metropolitan Museum of Art": Metropolitan Museum Journal, v. 5 - 1972.).

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Agora, vamos direto para o MET.


Museu Metropolitan
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Primeiramente, gostaríamos de expressar nossa sincera gratidão a este Museu. Agradecemos imensamente pelo valor cultural único que seu impressionante acervo oferece a todos!

Sim, este lugar é, sem dúvida, fascinante e grandioso, e já tivemos o privilégio de visitá-lo diversas vezes. Um local onde pessoas de diferentes partes do mundo se encontram, e em cada sala que você adentra, certamente encontrará uma nova surpresa. Assim, neste museu, não encontramos apenas esta significativa primeira evidência, mas também várias outras. Embora, de proporções e significados menores, essas evidências são indícios claros que, juntas, certamente fortalecerão a legitimidade da nossa pesquisa, confirmando este museu como um dos mais notáveis.

E, como mencionamos sobre o Egito: todos deveriam, ao menos uma vez na vida, vivenciar essa experiência!

Entretanto, para fins de esclarecimento... esta é uma "Pesquisa Totalmente Privada". Portanto, todo o conteúdo publicado neste website não possui nenhuma conexão direta ou indireta com este respeitável museu, a quem, mais uma vez, expressamos nossa profunda gratidão!

Agora vamos diretamente para o corredor onde estava exposta a nossa fantástica peça!

Foto crédito: Our records - Metropolitan Museum - New York - USA - 2019.

Referência: The Metropolitan Museum of Art - MET (New York).

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Pessoalmente!
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Sim, aqui está a nossa "primeira evidência", e agora, pessoalmente!

Realizamos esta visita em fevereiro de 2019, embora, para o nosso Timeline, estejamos tratando dos acontecimentos de agosto de 2013. Com esta imagem, estamos apenas ilustrando o cenário vivido pessoalmente, anos após a descoberta dessa evidência.

Agora vejam esta vasilha ritual, linda e majestosa, que, apesar dos talvez cinco (5) milênios passados desde sua criação, ainda se encontra impressionantemente preservada!

Sim... este momento, diante dessa peça, foi realmente muito especial. Ali, naquele instante, passaram por nossas cabeças os quinze (15) longos anos desde a viagem ao Egito, anos de tentativas para chegar a uma solução. E agora, estávamos finalmente frente a frente com ela.

Pois bem, então vamos agora refletir um pouco com uma pergunta, mesmo sem entrarmos em muitos detalhes sobre esta peça, seu real uso e significado, que já adiantamos ser uma das mais importantes já encontradas pela arqueologia. Então, vamos a ela... exatamente esta peça (e vocês irão entender o porquê), exatamente neste formato (também entenderão), exatamente no primeiro grande reinado do Egito, exatamente encontrada e ainda preservada até os nossos dias, apesar de ser frágil, que, por qualquer motivo, poderia facilmente se quebrar e ser impreterivelmente descartada. E então... que tremenda coincidência, não? Tudo na vida tem um bom bom motivo... acreditem!

Pois bem, após encontrarmos essas evidências do período de Narmer ( lembrando que encontramos duas), quase no final de agosto de 2013, iniciamos uma nova jornada. E, dessa forma, chegamos diretamente aos Livros da Torah (Velho Testamento Bíblico - Gênesis), que veremos a seguir, permitindo que todos compreendam melhor vários pontos bíblicos que ainda são objeto de debates e controvérsias. E, onde, obviamente, encontraremos três (3) de nossas mais impactantes descobertas!

Foto crédito: Our records - The Metropolitan Museum of Art - New York - USA - 2019 / Libation Dish Depicting Ka-Arms Presenting an Ankh-Sign, Rogers Fund, 1919 |19.2.16| - Public Domain. / Bowl with Human Feet, Rogers Fund, 1919 |10.176.113| - Public Domain.

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Capítulo 6 - Nota 3 de 3

Só mais um minuto!


Os Livros da Torah!
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Muito bem, esclarecendo a "nova jornada" mencionada acima, referente ao final de agosto de 2013.

Logo após encontrarmos nossas duas evidências (Passo 47), concluímos que seria interessante, com base na solução encontrada para o "algoritmo", iniciarmos uma nova busca em textos antigos, para tentar identificar a possível "origem de tudo isso", de todo este contexto abaixo:

nossa "primeira importante observação" em Abu Simbel, em frente o Templo de Ramsés II, referente ao símbolo "Ankh"
que nos levou, posteriormente, a encontrar vários "códigos" pelo Egito, seis (6) no total,
e, depois, mais um (1) na tumba inacabada do Faraó Tuthmosis III, através da consulta a um livro chamado: "The Tomb of Three Foreign Wives of Tuthmosis III", cujo link e referências estão presentes em nosso Passo 44,
completando assim nosso "complexo algoritmo", que, por fim, neste momento, após nove (9) anos, chegava à sua solução,
e logo após, para ratificar, encontramos nossas duas (2) importantes evidências.

Sim, esta "suposta origem", conforme havíamos teorizado (apesar de "ainda" não exposto aqui), poderia ter ocorrido muito antes dos egípcios, muito antes inclusive de várias civilizações. Portanto, nosso único caminho seria buscar o texto mais antigo possível que tratasse da história humana!

E este, sem dúvida, seria o Velho Testamento Bíblico, representado pelo Livro do Gênesis, o único que poderia, apesar de todas as suas controvérsias, nos apresentar a história mais antiga conhecida sobre a humanidade, tendo sido suas passagens comprovadas ou não!

Agora, por favor... prestem muita atenção sobre este ponto importante referente ao Livro Bíblico do Velho Testamento - Gênesis

Embora tenhamos várias versões ao longo dos anos, traduções, e definitivamente, muitas dúvidas sobre suas linhas originais, incluindo veracidades e até mesmo sobre o seu autor, que muitos estudiosos acertadamente creditam ao Patriarca de várias religiões o Grande Moisés, felizmente, por obra do "destino" ou por "simples acaso", encontramos as correlações necessárias entre a nossa "solução" para o algoritmo, e qualquer versão estudada deste livro, portanto... desse ponto em diante, escolhemos uma única versão para nos guiar em toda a nossa pesquisa. Uma versão sem muitas controvérsias, de fácil acesso, traduzida para várias línguas, e relativamente popular.

E mais... ainda temos dois (2) pontos de extrema importância sobre este contexto bíblico...

Primeiro - O Livro do Gênesis, um dos cinco (5) livros pertencentes aos Livros da Torah, o livro exato que utilizamos em nossas pesquisas, e que nos proporcionou nossas maiores descobertas, tem como principal particularidade... seu pouco ou quase nenhum entendimento técnico e científico por parte da humanidade, e isto, deve-se à sua magnitude, pois trata de temas e cenários de difícil compreensão física e prática entre acadêmicos, religiosos, e mesmo estudiosos, portanto, pouco suscetível a grandes distorções ou errôneas interpretações linguisticas em seu conteúdo principal.
Segundo - Juntamente com o Livro Bíblico do Gênesis, utilizamos, sempre que possível, outros livros complementares, como os Livros de Enoque, e o Livro de Jubilees, ambos também encontrados entre os achados arqueológicos dos Pergaminhos do Mar Morto, onde, temos os textos bíblicos mais antigos já descobertos.

Agora, um último ponto importante para não deixarmos nenhuma ponta solta...

Em nosso próximo passo, vamos amplamente apresentar o porquê de nossa procura pela "origem de tudo" ter nos levado tão longe em nosso passado!

Referências: Dead Sea Scrolls (Davies, Philip R.. "Dead Sea Scrolls". Encyclopedia Britannica, 25 Mar. 2025, https://www.britannica.com/topic/Dead-Sea-Scrolls. Accessed 29 March 2025.) / Dead Sea Scrolls (King, Justin. "Dead Sea Scrolls." World History Encyclopedia. World History Encyclopedia, 22 May 2012. Web. 27 Mar 2025.).

Passo 50 de 80

Portanto, vamos verificar uma importante analogia entre a nossa "resposta para o algoritmo" e nossos "tempos mais antigos"!


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