Capítulo Nove

A Esfinge de Gizé e o Dilúvio de Noé

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Capítulo Nove - A Esfinge de Gizé e o Dilúvio de Noé

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O Segredo da Esfinge de Gizé
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Bem, como mencionamos anteriormente...

Devido ao grande impacto que nossas últimas descobertas certamente poderiam causar, percebemos a necessidade de realizar, na mesma proporção, importantes e rigorosas validações das passagens bíblicas. Assim, aprofundamos nossas análises nessas linhas, a fim de equilibrar as proporções entre descobrir algo significativo e, ao mesmo tempo, validá-lo de forma conclusiva.

No entanto, é importante enfatizarmos que, ao refletirmos sobre tudo o que já havíamos realizado, percebemos que uma parte essencial deste trabalho já havia sido concluída. Portanto, restava-nos, obviamente, a etapa mais desafiadora: realizar uma segunda validação da localização do "Jardim Bíblico do Éden". Sendo assim, vamos esclarecer abaixo nossa linha de raciocínio sobre o que já estava, de certa forma, efetivamente resolvido, em contraste com o que ainda precisava ser feito:

Primeiro – Precisávamos encontrar a possível localização do "Jardim do Éden" dentro da respectiva "Região do Éden", para podermos, assim, validá-la por simples comparação = realizado!
Segundo – Após validarmos essa "Região", por simples reciprocidade, já estávamos validando o próprio "Jardim do Éden" pelo mesmo critério comparativo = realizado!
Terceiro – E, como uma dupla verificação necessária: considerando todas as características bíblicas sobre os quatro (4) rios pertencentes à "Região do Éden", também por critério comparativo, validamos essa mesma "Região" = realizado!

Todavia, nessa equação de validações, o que faltava para encerrarmos o ciclo de forma completa era justamente uma segunda checagem sobre o "Jardim", tal como realizamos com a "Região"!

Vale lembrar que todo esse processo de validações surgiu única e exclusivamente da nossa necessidade de confirmarmos o conteúdo do Livro Bíblico, para então validarmos, por consequência, as "informações complementares" que extraímos dele. Informações que nos ajudaram a identificar, em outras civilizações e períodos da história, os mesmos cenários egípcios associados ao símbolo Ankh e à sua suposta "tradução perdida" ou "incompleta" como queiram determinar.

Pois bem, focando nessa nova necessidade, a dupla validação do "Jardim", tivemos que iniciar uma nova pesquisa literária, apesar de já termos, à época, uma ideia clara e substancial da sua possível localização. Por isso, recorremos a mais literatura antiga e, como resultado:

"Voilà de novo!" Encontramos respostas para outro grande mistério, que, embora não diretamente ligado às passagens bíblicas, revelou-se extremamente interessante: a fabulosa Esfinge de Gizé. Essa descoberta foi totalmente nova e inesperada, pois estávamos tentando validar um ponto, e outro se revelou diante de nós. Relembrando: buscávamos validar as linhas bíblicas que haviam nos fornecidos inúmeras "informações complementares", assim encontramos a "Região do Éden", depois para validarmos esta região duplamente, encontramos o "Jardim do Éden", e agora, ao tentarmos validar este Jardim também uma segunda vez, deparamo-nos com esta nova e empolgante revelação!

Sem dúvida, foi com enorme satisfação que vimos os frutos de anos de esforço e dedicação finalmente sendo recompensados. Desvendamos não apenas este "enigmático símbolo egípcio", como também validamos, por consequência lógica (como será detalhado em nosso Livro de Pesquisa), todas as descobertas anteriores, absolutamente todas! Desde nossa "primeira importante observação" no Egito, que originou o "complexo algoritmo" entre os hieróglifos, até as mais recentes descobertas vinculadas apenas ao Livro Bíblico, culminando assim, na Grande Esfinge de Gizé como símbolo de conexão perfeita entre todos esses cenários. Como dissemos no início de nossa jornada... tudo tornou-se um grande "efeito dominó"!

Assim, uma nova e intrigante pergunta surge: agora que tínhamos informações adicionais além das linhas bíblicas, e provenientes de diversas outras fontes de informações, "quem" ou "o que" nos permitiu chegar a essa revelação sobre a Esfinge, conectando-a com tudo o que havíamos descoberto, mesmo quando nem tudo estava diretamente relacionado ao Egito, mas sim ao Livro Bíblico, que é o caso da "Região do Éden" e de seu "Jardim", deixando a descoberta do "Algoritmo" relacionado apenas ao Egito e outras civilizações que pudemos claramente observar?

E a resposta é simples, mas poderosa: o "Grande Imhotep"!

Lembram quando mencionamos seu nome como grande referência no início de nossa jornada (Passo 8)? Pois bem, foi exatamente por esse motivo!

Imhotep... grande polímata egípcio que viveu na época do rei Djoser (final do século 27 a.C.), provavelmente o arquiteto da primeira das grandes pirâmides, a célebre "Pirâmide de Degraus de Saqqara". Um personagem essencial da história egípcia, a quem somos profundamente gratos!

Assim, seguimos para o próximo passo, buscando entender o que ele nos deixou, algo que nos conduziu a esta nova e extraordinária descoberta. E neste passo, vamos apresentar nosso quarto conjunto de "conteúdos bloqueados", agora relacionados à Grande Esfinge de Gizé.

Foto crédito: Our records - Sphinx of Giza - Cairo - Egypt - 2004.

Referências: Imhotep (Britannica, The Editors of Encyclopaedia. "Imhotep". Encyclopedia Britannica, 01 Mar. 2023, https://www.britannica.com/biography/Imhotep. Accessed 8 July 2023.) / Imhotep (Mark, Joshua J.. "Imhotep." World History Encyclopedia. World History Encyclopedia, 16 Feb 2016. Web. 08 Jul 2023.).

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A Estela da Fome de Djoser
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Muito bem, aqui está a "Estela da Fome" de Djoser...

Escrita em hieróglifos egípcios durante a Dinastia Ptolemaica (332 – 30 a.C.), localizada na Ilha de Sehel, no rio Nilo, próxima a Aswan, essa inscrição relata um período em que o povo egípcio, sob o reinado do faraó Djoser (Terceira Dinastia – 2670 a.C.), enfrentou sete (7) anos de intensa seca e fome.

Contudo, independentemente da época em que tenha sido concebida, o texto ali inscrito é o que realmente importa. Ele narra, além dos sete (7) anos de profundo desespero vividos pelo povo egípcio, um conjunto de informações altamente valiosas, que, somadas a tudo o que já havíamos reunido ao longo de nossa longa jornada, nos forneceram exatamente o que precisávamos para atingirmos nossa quarta grande descoberta: o Segredo da Grande Esfinge de Gizé.

Sem dúvida, tratava-se de algo extremamente significativo. Mas sabíamos, como em toda descoberta, seja ela grande ou pequena, que algo ainda mais complexo e, talvez, muito maior estaria por vir. Contudo, isto fica para o próximo passo, agora, vamos explorar um pouco mais o conteúdo presente nessa gravação em pedra.

Para resumirmos o contexto de forma acessível, mesmo sem o apoio direto de nosso "Livro de Pesquisa", podemos traçar um paralelo com a Pedra de Roseta (link ao final), também encontrada no Egito, que permitiu a decodificação da escrita hieroglífica. Pois bem, neste caso, um pouco diferente, o texto da "Estela da Fome" nos ofereceu elementos fundamentais para compor um cenário de convergência com tudo o que já havíamos descoberto. Ele nos apresentou conexões entre a Esfinge e nosso Algoritmo, que por sua vez, se relaciona com as informações complementares provenientes do Livro Bíblico. Que ao validarmos, chegamos à "Região do Éden" e ao seu emblemático "Jardim".

Perceberam como tudo passou a se encaixar de forma coerente e complementar?

Sabemos, claro, que essa coerência ainda é percebida apenas do nosso ponto de vista, já que o leitor, neste momento, ainda não tem acesso a todas as informações reunidas em nosso Livro. No entanto, é possível perceber como as conexões fazem sentido, e como esse vínculo entre a Esfinge e tudo o que descobrimos carrega uma dose única e poderosa de compreensão e verdade.

Exatamente, leitor... se revelássemos agora qual é o elo que une a Esfinge a tudo e a todos, e não apenas às nossas descobertas, acreditem: este trabalho, atualmente disponível na internet, "sairia do ar" em poucos minutos. Além disso, tal atitude iria totalmente contra o nosso próprio senso de responsabilidade e consciência, pois toda revelação dessa magnitude exige uma preparação adequada. Caso contrário, poderia provocar reações inesperadas em parte da população que, evidentemente, não tem culpa por sua incompreensão. São apenas pessoas que, talvez, precisem de mais tempo para assimilar que parte do que lhes foi ensinado ao longo da vida pode não estar completamente correto... e isso não por maldade ou intenção deliberada, mas por pura ausência de conhecimento, algo que só agora nos foi possível alcançar. E principalmente, esta mesmas pessoas, acima de tudo, ainda compreenderem que há algo mais, sim, algo além, que ainda está entre nós até os dias de hoje. Muito dificíl!

Todavia, mais uma vez, honrando aqui nosso importante compromisso com você leitor, ao final deste passo, mais um conjunto de "conteúdos bloqueados" será revelado, com pistas valiosas para quem seguiu conosco até aqui. Agora, sim, você terá mais uma vez a chance de enxergar com mais clareza do que realmente se trata esta jornada. Assim, estamos falando da descoberta do grande segredo da "Esfinge de Gizé". E, como exposto em nosso Passo 1 ("Antes de começar sua jornada"), todos já sabem como proceder.

CONTEÚDO PROTEGIDO !

Sobre a Esfinge de Gizé:

"Sim, ela olha para o horizonte,
Por todos aqueles que procuram... onde.
Onde buscamos a sagrada direção,
Lugar de sonhos, desejos e redenção.

Não está apenas em um único local,
Vive presente em nossas vidas, capital.
Trás o passado em suas patas, direção,
Em sua cabeça, nossa grande divisão.

De suas pedras surgirá, o seu nome,
Em suas formas, o fim se revela.
Nunca pensem os senhores que ela dorme,
Pois, se pensar... sim, a sentinela."
"Sim, ela olha para o horizonte,
Por todos aqueles que procuram... onde.
Onde buscamos a sagrada direção,
Lugar de sonhos, desejos e redenção.

Não está apenas em um único local,
Vive presente em nossas vidas, capital.
Trás o passado em suas patas, direção,
Em sua cabeça, nossa grande divisão.

De suas pedras surgirá, o seu nome,
Em suas formas, o fim se revela.
Nunca pensem os senhores que ela dorme,
Pois, se pensar... sim, a sentinela."

Nosso Filme:

Foto crédito: Morburre, CC BY-SA 3.0, via Wikimedia Commons.

Referências: Djoser - Famine Stele (Mark, Joshua J.. "Djoser." World History Encyclopedia. World History Encyclopedia, 12 Feb 2016. Web. 08 Jul 2023.). / Rosetta Stone (The Editors of Encyclopaedia Britannica. "Rosetta Stone". Encyclopedia Britannica, 25 Apr. 2025. Accessed 30 April 2025.). / Rosetta Stone (Cartwright, Mark. "Rosetta Stone." World History Encyclopedia. World History Encyclopedia, 03 Jan 2014. Web. 30 Apr 2025.).

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Nov/2013

Capítulo 9 - Nota 1

Só mais um minuto!


E este "maior"...
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Sim, certamente seria o Livro Bíblico, pois, mesmo ao associarmos tanto a "Região do Éden" quanto o seu "Jardim" como elementos que validam suas passagens, ainda faltava algo mais contundente para que pudéssemos afirmar que ele estivesse devidamente validado, ao menos no que diz respeito ao Livro do Gênesis, parte essencial dos Livros da Torah!

Sim, definitivamente isso ainda era, gostássemos ou não, uma grande verdade, e um enorme desafio!

Porque, mesmo contando com quatro (4) revelações extraordinárias, sendo duas (2) bíblicas, uma (1) não bíblica e, claro, nossa resposta ao "algoritmo", ainda não tínhamos o que consideramos essencial: "números". E, sob nossa perspectiva, números são fundamentais, pois eles nos permitem embasar considerações sólidas e projetar cenários reais sobre datas, idades possíveis, períodos decorrido, entre outros. Assim, com dados técnicos mais precisos em mãos, poderíamos por simples conclusão, validar definitivamente o Livro Bíblico de forma mais conclusiva.

Lembram-se de quando dissemos, lá no Passo 58, que os números poderiam ser nosso maior mecanismo de validação do Livro Bíblico? Pois bem, àquela altura, isso já era uma convicção e meta. No entanto, mesmo com inúmeros avanços e quatro (4) descobertas em mãos desde então, ainda não havíamos alcançado esse objetivo!

Portanto, guiados por essa premissa clara, a busca por “números”, voltamos ao Velho Testamento, nosso foco principal, procurando algo que nos entregasse as respostas numéricas de que precisávamos. E foi assim que chegamos aos relatos sobre o Dilúvio de Noé, um evento de enorme relevância bíblica, que se destaca justamente por conter uma estrutura narrativa rica em informações "temporais", ou seja, tempos decorrido. Contudo, jamais havia sido estudado com a profundidade e os dados adicionais que acumulamos ao longo desses anos de intensa pesquisa.

Assim, com o intuito de reunir evidências tanto de sua existência real quanto como mais um recurso de validação, decidimos aprofundar nossos estudos nesses importantes eventos bíblicos. E, caso encontrássemos resultados positivos, poderíamos concluir que o Livro do Gênesis, em particular, estaria sim, devidamente validado, o que também legitimaria tudo o que já havíamos descoberto com base em suas passagens que nos forneceram valiosas informações complementares.

Sim, foi um trabalho extenso e exaustivo, como não poderia deixar de ser. Entretanto, mais uma vez...

Para nossa imensa satisfação... encontramos evidências circunstanciais sólidas e consistentes sobre todos os eventos que compuseram aquele cenário catastrófico de inundação. E, como suporte às nossas análises, utilizamos o "Livro de Jubilees", além dos registros bíblicos dos "Descendentes de Adão" e relevantes Informações Científicas fornecidas por universidades renomadas, cujos créditos apresentaremos adequadamente em nosso "Livro de Pesquisa".

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OK, vamos então, e sem demora, conferir estas novas revelações na próxima etapa!


O Dilúvio de Noé
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E... utilizando apenas uma (1) de nossas três (3) chaves encontradas entre as linhas bíblicas, descobrimos detalhes técnicos reveladores sobre esse possível evento, ratificando de forma conclusiva nossas quatro (4) importantes descobertas anteriores, bem como as próprias passagens do Velho Testamento. Vamos a elas:

O local de construção da famosa "Arca" dos animais.
O possível ponto de partida da navegação.
A correlação perfeita entre sua estrutura e as características específicas da construção.
Como e por que foi possível embarcar tantas espécies de animais.
A teoria sobre quem realmente integrou a embarcação
A demarcação ponto a ponto de quase toda a rota de navegação.
A estimativa da hipotética elevação do nível das águas.
A explicação teórica sobre a mudança climática envolvida.
O provável local de chegada da "Arca".
O desfecho final da embarcação.
A relação entre o Dilúvio e o estabelecimento de novas cidades.

Além desses, outros detalhes igualmente relevantes estão documentados em nosso “Livro de Pesquisa”. Lá, desenvolvemos uma linha do tempo segmentada, com todas as fases dessa inundação extraordinária, passo a passo, dia a dia, evento por evento, desde o local da construção desta famosa Arca até o seu destino final. Mas atenção: não confundam "destino final" com "desfecho final", são conceitos totalmente distintos. E sobre esse destino... talvez possamos dizer algo mais: não fica exatamente perto, mas também não está tão longe de Göbekli Tepe.

Dessa forma... como já se percebe no parágrafo anterior, durante as análises dos eventos do Dilúvio, também descobrimos pistas significativas relacionadas a um dos sítios arqueológicos mais antigos do mundo: a emblemática Göbekli Tepe, localizada na atual Turquia. Portanto, vamos explorar essa nova descoberta no próximo passo!

Agora, mais uma vez, honrando aqui nosso importante compromisso com você leitor, ao final deste passo, mais um conjunto de "conteúdos bloqueados" será revelado, com pistas valiosas para quem seguiu conosco até aqui. Agora, você terá mais uma vez a chance de enxergar com mais clareza do que realmente se trata esta jornada. Vamos, portanto, mergulhar no famoso "Dilúvio de Noé". E reparem: assim como nos demais conjuntos, há muito sendo revelado nestes versos. Observe suas nuances, o posicionamento de cada linha... pois, mesmo sem dizermos diretamente, há muito sendo comunicado, se é que vocês nos entendem! E, como exposto em nosso Passo 1 ("Antes de começar sua jornada"), todos já sabem como proceder.

CONTEÚDO PROTEGIDO !

Sobre o Dilúvio de Noé:

"O Dilúvio? Sim, ocorreu!
E toda a luz, simplesmente escureceu.
Naquele local, a Arca foi erguida,
Em um instante, não por descuido, destruída.

Ela aportou, e todos desceram,
Muitos pereceram, enquanto outros renasceram.
Se entendes da vida, não busque em vão,
Vaga despedida, com dor no coração.

Os dias passaram, de forma incerta,
Mas a vida seguiu, firme, e alerta.
Mais que oito naquele dia, embarcaram,
E não só animais, e isto lhes digo é claro."
"O Dilúvio? Sim, ocorreu!
E toda a luz, simplesmente escureceu.
Naquele local, a Arca foi erguida,
Em um instante, não por descuido, destruída.

Ela aportou, e todos desceram,
Muitos pereceram, enquanto outros renasceram.
Se entendes da vida, não busque em vão,
Vaga despedida, com dor no coração.

Os dias passaram, de forma incerta,
Mas a vida seguiu, firme, e alerta.
Mais que oito naquele dia, embarcaram,
E não só animais, e isto lhes digo é claro."

Nosso Filme:

Imagem Crédito: Our records - Featured illustration.

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Dez/2013


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